O que é home equity e quais os seus benefícios

O que é home equity e quais os seus benefícios

Home equity significa crédito com garantia em imóvel, conhecido também por refinanciamento. É uma modalidade que se dá pela entrega da propriedade à instituição financeira, enquanto o proprietário estiver pagando as parcelas do empréstimo, incluindo a possibilidade de morar ou alugar — de acordo com o que estiver estipulado no contrato.

Nesta modalidade, o credor se torna dono do imóvel, até que o devedor quite a dívida. Na verdade, é um tipo de empréstimo que apresenta vantagens para o devedor, visto que as taxas são pequenas e o prazo de pagamento é bem flexível, facilitando bastante a negociação. Apesar de parecer complicado no início, a negociação nada tem a ver com compra — o imóvel é apenas usado como garantia de uma dívida.

O home equity surgiu no Brasil em meados dos anos 2000. De lá para cá, tem se tornado uma excelente alternativa a outros tipos de créditos. Entre as principais vantagens dessa modalidade estão:

– Juros baixos, em média, menos de 2% mensais;
– Parcelas facilitadas, podendo ter uma variação no pagamento de 24 a 80 parcelas;
– Vale para qualquer finalidade, como viagens, investimento em negócios, quitação de dívidas, etc.
– Pessoas que possuem imóveis próprios alugados podem utilizar o home equity como opção de crédito. O proprietário, na verdade, ganha com essa negociação, visto que ele pode utilizar o valor do aluguel para quitar as parcelas do crédito.

Diante da instabilidade econômica que vivemos e que repercutem no mercado imobiliário, o home equity surge como uma solução para questões financeiras, sem que haja necessidade de vender uma propriedade.

Em relação aos juros, em média, são cobrados cerca de 14% ao ano, diferentemente de empréstimos pessoais, que possuem juros de mais de 200% ao ano. O risco desse crédito, quando comparado aos demais, é menor. Isso se deve ao fato de haver uma propriedade como garantia. No entanto, se não for bem pensado e o devedor tiver dificuldades financeiras, ocasionando a inadimplência, ele pode perder seu bem físico — o que faz parte do processo de execução de dívida.

As regras do home equity, assim como nos empréstimos pessoais, variam de acordo com o valor mínimo do imóvel e o comprometimento da renda do devedor pode variar, mas, em geral, fica entre 25 a 30%.

Quem solicita um empréstimo por home equity tem que possuir um imóvel quitado e precisa estar em seu nome — justamente por ser a garantia da negociação. 

Vale ressaltar que a idade pode ser um obstáculo para as pessoas mais velhas. Na maioria das instituições financeiras, o contratante deve ter no mínimo 18 anos. Contudo, a grande restrição que há é quanto à idade que o contratante terá ao final do contrato. Os limites são de 74 a 80 anos. Mas, quem tem, por exemplo, 55 anos e deseja fazer um home equity com uma duração de 20 anos, talvez não consiga aprovação.

Quem pensa em contratar esse empréstimo deve ter alguns cuidados, como verificar o total oferecido e o CET (soma dos tributos, tarifas e registros) de cada instituição financeira. É importante observar também as exigências em relação à idade, ao número máximo de parcelas, taxa de juros, entre outros.


Qual a diferença entre home equity e hipoteca?

No home equity, a financiadora fica como proprietária do imóvel, até que a dívida seja quitada. Na hipoteca, por sua vez, o imóvel continua pertencendo ao devedor — o que gera, muitas vezes, problemas judiciais, já que existem dificuldades para as financeiras resgatarem o dinheiro, em caso de inadimplência.

Dessa forma, é possível observar que o home equity é uma garantia bem mais eficaz que a hipoteca — já que, em caso de inadimplência, evita-se processos judiciais, se tornando uma maneira simples e fácil de conseguir empréstimo para a realização de qualquer projeto, seja uma viagem, seja um negócio. 

 

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